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| 1. Introdução |
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| 1.1. História da arquitectura da paisagem: breve abordagem geral da percepção e da evolução do conceito de paisagem e da sua construção e design, objectivados no ordenamento e na interacção social, política, religiosa e económica; |
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| 1.2. A paisagem nos séculos XX e XXI: movimentos e correntes de opinião. Exemplos resultantes do planeamento e de paisagens. Classificação e intervenção no património arquitectónico paisagístico; |
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| 1.2.1. Tipologias de paisagem, unidades de paisagem. |
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| 1.3. História da paisagem em Portugal: particularidades da nossa paisagem construída com carácter inovador, design e composição da paisagem mediterrânico-atlântica. |
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| 2. Áreas de intervenção: investigação, planos, projectos, obras, manutenção, valorização |
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| 2.1. Noções das várias sinergias e caminhos relacionados com a construção da paisagem; o papel e função do técnico, do investigador e do decisor, e ainda as várias áreas intervenientes. Exemplos e análise de panoramas e actualidades na paisagem; |
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| 2.2. Efeitos visuais, escalas e opinião pública. Monumentalização e consciência de identidade nacional através das leituras da paisagem. Os sentidos, as sensações e os factores psicológicos, componentes desconhecidos; |
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| 2.3. Debate sobre procedimentos, técnicas, formação e educação na leitura e interpretação da paisagem. Que paisagens temos e qual queremos? Porquê? Visualização de casos tipo e de casos de estudo; |
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2.4. Composição de uma paisagem ideal. Arcádia, pesquisa, análise, relatório e preposição de projecto. A sensibilidade dos alunos perante um desafio de intervenção numa paisagem de carácter patrimonial;
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| 2.5. Análise e crítica. Harmonia, ordem versus caos. Design e metodologia de abordagem da paisagem versus desconhecimento, improvisação. |
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| 3. Análise e gestão da paisagem |
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| 3.1. Qual a função da paisagem na actualidade e na sociedade do século XXI. A "paisagem" como uma directiva comunitária. Portugal e a directiva da paisagem (CIP); |
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| 3.2 Construir uma cultura da paisagem em Portugal, exemplos práticos. Composição das paisagens tradicionais portuguesas, equilíbrio biológico das comunidades tradicionais rurais e urbanas em Portugal. Paisagens históricas, jardins históricos, quintas de recreio. A cultura do design arquitectónico das paisagens históricas, artificiais e ideais. Quintas de recreio: o conceito à portuguesa da vilegiatura… "villas", "chateaux" e "halls" e "estates". Artificialidades e designs no século XX; |
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3.3. As quintas de recreio no seu valor de design arquitectónico de uma paisagem de convívio entre o mundo rural e o mundo urbano. A arte, os estilos e as estéticas de abordagem. Exemplos de actuação, classificação e intervenção;
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| 3.4. Debate com profissionais e intervenientes neste campo profissional e de investigação: abordagem, questões e discussão; |
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| 3.5. Análise de planos e projectos: a presença da paisagem nas arquitecturas de uma comunidade, nas cidades e na identificação de um país. Imagens carismáticas, socioeconómicas, culturais e políticas. Identidades e competitividade na paisagem no mundo global; |
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| 3.6. Revisão e análise dos objectivos propostos no início do curso. |
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| 4. Seminários |
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| 4.1. Laboratório de arquitectura paisagista ("Design research / research by design" - Delft University of Technology - Países Baixos). |
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| 4.2. Planeamento e gestão urbanística: análise e reflexão sobre "skylines e paisagem" na administração local. |
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| 4.3. Paisagem e qualificação, recurso a análise e estudo de cores e texturas. |
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| 4.4. Paisagens urbanas produtivas: sistema alimentar urbano e design da paisagem (SAUR - Universidade Nova de Lisboa). |
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Total
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