No ano em que se comemoram os 160 anos do nascimento do arquitecto Miguel Ventura Terra (1866-1919) é ocasião privilegiada para refletir sobre três arquitectos emblemáticos do que constitui a prática arquitectónica em Portugal no período final do século XIX e o início do novo século.
Rosendo Carvalheira (1864-1919) e Raul Lino (18779-1974) traçaram um conjunto de edifícios de grande qualidade, que permitiram a evolução da arquitectura de práticas eclécticas e historicistas até à casa portuguesa, ou seja, a uma arquitectura que ecoa a discussão cultural e política em torno de identidade da cultura portuguesa desde as Conferências do Casino ao Estado Novo